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No último artigo publicado sobre o milênio de apocalipse 20, nós demos uma visão geral das posições a fim de introduzir os conceitos, agora nós vamos observar como foi o desenvolvimento do debate ao longo da história e fazer também uma análise de cada posição segundo a tradição reformada.

Desenvolvimento histórico do debate sobre Apocalipse 20

Robert G. Clouse – e outros [1] – afirma que a discussão acerca do milênio tem estado presente desde o primórdio da igreja, na era conhecida como era dos pais da igreja. Ele aponta que, o premilenismo parece ter sido a interpretação escatológica dominante, o que não prevaleceu mais que três séculos:

Nos primeiros três séculos da era cristã o premilenismo parece ter sido a interpretação escatológica dominante. Entre seus adeptos estavam Papias, Irineu, Justino Mártir, Tertuliano, Hipólito, Metódio, Comodiano e Lactâncio. No quarto século, quando a igreja cristã recebeu uma posição favorável sob o imperador Constantino, a posição amilenista foi aceita. O milênio foi reinterpretado em referência à igreja, e o reinado milenar de Cristo e seus santos foi igualado à totalidade da História da igreja na terra, assim propiciando uma negação de um milênio futuro. O famoso pai da igreja Agostinho articulou esta posição, [de tal forma] que se tornou a interpretação dominante que no Concílio de Éfeso, em 431, crer no milênio foi condenado como superstição. [2]

Entretanto, conforme atesta William J. Grier, que faz um estudo nos escritos desses pais da igreja, nada se lê nos escritos de Clemente de Roma, Policarpo de Esmirna ou Inácio em relação ao milênio, pelo contrário, segundo Grier, nos escritos do que se conhece como “Didaquê”, o que se percebe é a expectativa da manifestação de Cristo, não de um reino milenar:

[O 16º capítulo do Didaquê] ensina a vinda de um Anticristo pessoal, nele chamado “o enganador do mundo.” As provações que ele trará não serão apenas para os Judeus ou os “santos em tribulação”, conforme geralmente afirmam os pré-milenistas, mas para toda a raça humana. E não existe, absolutamente, a menor indicação de um “arrebatamento secreto” antes do início desse período. … O “Didaquê” não faz qualquer alusão a um milênio na terra. Parece claro que se o seu autor tivesse crido nisso, o teria dito.  [3]

Grier prossegue afirmando que nos esquemas escatológicos de Barnabé e Inácio a era atual durará seis mil anos referente aos dias da criação, enquanto que o milênio do governo de Cristo será referente ao dia do descanso, o sétimo dia. Entretanto, segundo o próprio Grier, em nada nos escritos desses homens se tem alguma referência à dupla ressurreição, pelo contrário, o “sétimo dia”, referente ao tempo de governo de Cristo só acontecerá após a restauração de todas as coisas: “De acordo com a Epístola de Barnabé, o sétimo dia não chegará antes de que ‘não haja mais impiedade, e todas as cousas se tenham tornado novas’”. [4]

Ao que tudo indica, foi somente no segundo século que dois nomes foram reconhecidamente premilenistas: Papias e Justino, o Mártir. Contudo, como podemos perceber à luz do credo apostólico (entre 150-250 d.C.), não há nenhuma menção a um reino milenar terreno em tal documento de fé, que nos parece confirmar que esse não era o posicionamento da maioria à época.

No fim do segundo, início do terceiro século, certamente defensores do premilenismo foram os seguidores do Montanismo, movimento cristão fundado por Montano, chamado por Eusébio de Cesareia de “heresia frígida”. Lactâncio foi o único homem digno de nota, no quarto século, que ainda admitiu o milênio.[5]

Robert Clouse afirma que a posição oficial durante esse período fora o amilenismo, mas que durante a Idade Média houve alguns defensores premilenistas, todavia, que desde esse tempo até o período da reforma foram poucos os defensores. No período da reforma mesmo, apenas os anabatistas tinham posições premilenistas. [6]

Durante o século XIX motivos pessoais levaram o ressurgimento do premilenismo, resultando, a partir daí, em sua forma mais recente, o premilenismo dispensacionalista.

Um dos líderes mais influentes nesta época foi Edward Irving (1782-1834), um ministro da Igreja da Escócia que servia uma igreja em Londres, publicou muitas obras sobre profecia e ajudou a organizar as conferências sobre profecia de Albury Park. Esses encontros criaram o modelo para os encontros milenistas através dos séculos XIX e XX. O entusiasmo profético de Irving se espalhou por outros grupos e encontrou firme apoio entre os movimentos dos Irmãos (“Brethen”) de Piymouth.

J. N. Darby (1800-1882), um antigo líder dos Irmãos de Plymouth articulou a perspectiva dispensacionalista do premilenismo. Descreveu a vinda de Cristo antes do milênio consistindo de dois estágios: o primeiro, um arrebatamento secreto removendo a igreja antes da Grande Tribulação devastar a terra; o segundo, Cristo vindo com seus santos para estabelecer o reino. Ele cria também que a igreja é um mistério acerca do qual apenas Paulo falou e que os propósitos de Deus na Escritura podiam ser entendidos através de uma série de períodos de tempo chamados dispensações. No momento de sua morte, Darby havia deixado quarenta volumes de escritos e uns mil e quinhentos congressos realizados, ao redor do mundo. Através de seus livros, que incluem quatro volumes acerca de profecia, o sistema de dispensações foi levado a todo o mundo de fala inglesa. A linha de continuidade desde Darby até o presente pode ser traçada desde seus contemporâneos dispensacionalistas e seguidores […] até os atuais adeptos de seus pontos de vista.’ A extensão de sua influência foi tão vasta que em muitos círculos evangélicos hoje prevalece a interpretação dispensacionalista. [7]

Análise de cada posição sobre Apocalipse 20

Passemos agora à uma análise crítica sobre cada posição:

Premilenismo Histórico

Hoekema refuta a posição premilenista-histórico com os seguintes argumentos: [8]

  1. Apocalipse 20 não fornece prova incontestável para um reinado milenar terreno que se seguirá à Segunda Vinda.
  2. 1 Coríntios 15.23,24 não fornece evidência clara para tal Reino milenar terreno. Paulo aqui não está sugerindo que haverá uma ressurreição de incrédulos mil anos após a ressurreição dos crentes: ele não diz coisa alguma nesta passagem acerca da ressurreição de incrédulos. As palavras do verso 24: “E então virá o fim, quando ele entregar o Reino ao Deus e Pai”, não implicam necessariamente um longo intervalo de tempo após a ressurreição dos crentes, mas é apenas um modo de dizer que só então, após tudo isso ter acontecido, virá o fim ou a consumação da obra messiânica de Cristo
  3. O retorno do Cristo glorificado e dos crentes glorificados, para uma terra onde ainda existirá, durante o milênio, pecado e morte, violaria a finalidade de sua vinda e, consequentemente, sua glorificação.

Assim, em sua obra A bíblia e o futuro, Hoekema continua:

O milênio dos premilenistas, portanto, é algo como uma anomalia teológica. Não é nem completamente como a era atual, nem completamente como a era porvir. Com certeza, é melhor do que a era presente, mas fica muito atrás de ser o estado final de perfeição. Para os santos ressurretos e glorificados, o milênio é um adiamento agonizante do estado final de glória pelo qual eles aguardam tão ansiosamente. Para as nações rebeldes, o milênio é uma continuação da ambiguidade da era presente, na qual permite ao mal existir enquanto atrasa seu julgamento final sobre ele. [9] – (Grifos meus)

Premilenismo dispensacionalista

Berkhof faz as seguintes objeções ao premilenismo dispensacionalista: [10]

  1. “A teoria se baseia numa interpretação literal dos delineamentos proféticos do futuro de Israel e do reino de Deus, o que é inteiramente insustentável. […]. Os premilenistas afirmam que nada menos uma interpretação e um cumprimento literais satisfarão as exigências [de algumas] previsões proféticas; mas os próprios livros dos profetas já contêm indicações que apontam para um cumprimento espiritual, Is 54.13; 61.6; Jr 3.16; 31.31-34; Os 14.2; Mq 6.6-8”. (Grifos meus)
  2. “A teoria da posposição, assim chamada, que constitui um elo no esquema premilenista, é desprovida de toda a base escriturística. […] Não há absolutamente prova nenhuma de que Jesus pregou dois evangelhos diferentes, primeiro o do Reino e depois o da graça de Deus; à luz da Escritura, esta posição é insustentável. […] Além disso, temos dois povos de Deus, um natural, e o outro espiritual, um terreno, e o outro celestial, como se Jesus não tivesse falado de ‘um rebanho e um pastor’, Jo 10.16, e como se Paulo não tivesse dito que os gentios foram enxertados na oliveira, Rm 11.17”. (Grifos meus)
  3. “Essa teoria também está em flagrante oposição à descrição escriturística dos grandes eventos do futuro, a saber, a ressurreição, o juízo final e o fim do mundo. […]. Não há mais a leve indicação de que estão separados por mil anos, à exceção do que se vê em Ap 20.4-6. […]. Eles apelam para 2 Pe 3.8 “para o Senhor, um dia é como mil anos, e mil anos como um dia”. Mas, dificilmente isso poderá provar o ponto, pois facilmente o feitiço poderia virar contra o feiticeiro aqui. Poder-se-ia usar a mesma passagem para prova que os mil anos de Ap 20 são apenas um só dia”. (Grifos meus).
  4. Não há qualquer fundamento bíblico para o conceito premilenista de uma dupla, ou tripla, ou até quádrupla ressurreição, como a teoria requer, nem para espalhar o juízo final por um período de mil anos. […]. Outras passagens falam claramente da ressurreição dos justos e dos ímpios num só fôlego, Dn 12.2; Jo 5.28-29; At 24.15”. (Grifos meus).
  5. “É impossível entender como uma parte da velha terra e da humanidade pecadora poderá coexistir com uma parte da nova terrra e de uma humanidade já glorificada. Como poderão os santos em corpos glorificados ter comunhão com pecadores na carne? Como poderão os santos glorificados viver nesta atmosfera sobrecarregada de pecado e em cenário de morte e decadência? Como poderá o Senhor da glória, o Cristo glorificado, estabelecer o seu trono na terra enquanto esta não for renovada?”. (Grifos meus).
  6. A única base escriturística para essa teoria é Ap 20.1-6, depois de se ter despejado aí um conteúdo veterotestamentário. […]. Uma boa exegese se requer que as passagens obscuras da Escritura sejam lidas à luz doutras mais claras, e não vice-versa. Mesmo a interpretação literal dos premilenistas não é coerentemente literal, pois entende a corrente do versículo 1 e também, consequentemente, a prisão do versículo 2 figuradamente, muitas vezes concebe os mil anos como um longo, mas indefinido período, e transforma as almas do versículo 4 em santos ressurretos”. (Grifos meus).

Conforme observa Hoekema, ao analisar os pontos de Herman H. Hoyt, um dispensacionalista, ele diz: “Hoyt simplesmente pressupõe que Apocalipse 20 ensina um reino terreno de Cristo no milênio e então descobre que este reino terreno é predito na profecia do Antigo Testamento. ” [11]

Pós-milenismo

Da mesma forma, podemos objetar o pós-milenismo sob a análise do mesmo Hoekema, porém, agora em sua obra A Bíblia e o Futuro: [12]

  1. As profecias do Antigo Testamento, interpretadas pelos pós-milenistas como se referindo a uma futura era dourada milenar, retratam o estado final da comunidade redimida.
  2. A interpretação pós-milenista comum da grande tribulação de Mateus 24 e da apostasia de 2 Tessalonicenses 2 é injustificada.
  3. A expectação pós-milenista de uma era dourada futura, anterior à volta de Cristo, não faz jus à tensão contínua na história do mundo entre o Reino de Deus e as forças do mal. Na parábola do joio (ou erva daninha), encontrada em Mateus 13.36-43, Jesus ensina que o povo do maligno continuará a existir lado a lado com o povo redimido de Deus até a hora da ceifa.

Berkhof, acrescenta mais dois argumentos: [13]

  • “A ideia fundamental da doutrina […] não está em harmonia com o retrato do fim do século que se vê na Escritura. Ela salienta o fato de que a época imediatamente anterior ao fim será uma época de grande apostasia, de tribulação e perseguição, uma época em que a fé se esfriará a muitos, e em que os que são leias a Cristo serão submetidos a cruéis sofrimentos, e nalguns casos até selarão com seu sangue a sua confissão, Mt 24.6-12, 21,22; Lc 18.8; 21.25-25. 2 Ts 2.3-12; 2 Tm 3.1-6; Ap 13”. (Grifos meus).
  • “A ideia correlata de que a presente era não acabará numa grande mudança cataclísmica, mas passará numa transição quase imperceptível para a era vindoura é igualmente antibíblica”. Berkhof continua argumentando que O milênio não será obra do homem, mas sim de Deus, que implementará o seu glorioso reino eterno.

Amilenismo

A respeito do amilenismo, é interessante observar que é a posição, conforme vimos na sessão desenvolvimento histórico, que mais prevaleceu na história. Desde a era da igreja primitiva, era o posicionamento escatológico comum, destoando com alguns poucos teólogos desde os primórdios da igreja, passando pela época da reforma, alcançando a pós-reforma.

Antes do séc. XIX, com J. N. Darby (1800-1882), o premilenismo não havia alcançado tantos adeptos como nos dias atuais.

Além do testemunho histórico, podemos pontuar o método de interpretação amilenista de Ap. 20. Ao contrário do que fazem os premilenistas, que interpretam a prisão de Satanás de forma simbólica, mas entendem o reino milenar literalmente, os amilenistas, buscando ser coerentes com a forma de interpretação do texto, também interpretam o reino milenar simbolicamente, como o fazem com o relato do aprisionamento de Satanás.

Os amilenistas buscam evidenciar que, uma vez que alegam estar vivendo o milênio, obviamente, é preciso entender que Satanás já está preso – embora, como vimos, para os amilenistas, essa prisão figurada, é uma restrição para enganar as nações, conforme Ap 20.3 “para que não mais enganasse as nações” – assim os amilenistas explicam o atual aprisionamento de Satanás com o texto de Mt 12.29. Hoekema explica:

Haverá alguma indicação, no Novo Testamento, de que Satanás estava preso na época da primeira vinda de Cristo? De fato há. Quando os fariseus acusaram Jesus de expulsar demônio pelo poder de Satanás, Jesus respondeu: “Ou, como pode alguém entrar na casa do valente e roubar-lhe os bens sem primeiro amarrá-lo?” (Mt 12.29). É bem interessante que a palavra utilizada por Mateus, para descrever o aprisionamento do homem valente, é a mesma palavra utilizada em Apocalipse 20 para descrever o aprisionamento de Satanás (o termo grego deo). [14] – (Grifos meus).

Assim, os amilenistas mostram que, entender que o aprisionamento de Satanás de forma figurada significa que, se no tempo do Antigo Testamento ele podia enganar as nações contra as verdades de Deus, agora, por ocasião da primeira vinda de Cristo, sua ação enganadora está restrita.

Além disso, contra o argumento dos premilenistas, de que a segunda vinda de Cristo acontecerá em duas etapas, com a primeira para a inauguração do milênio e a segunda para a inauguração da era porvir, os amilenistas sustentam que Apocalipse, e os demais textos apontam para um reino milenar de Cristo antes de sua vinda, que não será em duas etapas, mas um evento único, e que após a era atual, seguir-se-á a era vindoura, sem nenhuma outra era entre ambas. Mas uma vez tomamos emprestadas as palavras de Hoekema:

O fato de que o Reino milenar, retratado em 20.4-6, acontece antes da Segunda Vinda de Cristo fica evidente porque o juízo final, descrito nos versos 11 a 15 deste Capítulo, é retratado como vindo após o Reino de mil anos. Não somente no livro do Apocalipse, mas também em todo o restante do Novo Testamento, o juízo final está associado com a Segunda Vinda (Apocalipse 22.12; Mateus 16.27; 25.31,32; Judas 14.15; e especialmente 2 Tessalonicenses 1.7-10) Sendo este o caso, fica óbvio que o reinado milenar de Apocalipse 20.4-6 tem de ocorrer antes e não depois da Segunda Vinda de Cristo”. [15] – (Grifos meus).

Portanto, à luz da interpretação de que Satanás já está “preso”, e de que o milênio tem de acontecer antes da volta de Cristo, que será um evento único, parece-nos coerente a posição amilenista comparada com as outras posições.

Conclusão

Como vimos no início, poucos textos tem sido, não apenas divisores de opinião, como ponto de partida para as posições escatológicas como o tem sido o texto de Apocalipse 20.1-6. Basicamente, como podemos ver neste artigo, a maneira como se interpreta esse texto é que define qual posição escatológica é tomada. Diante disso é muito importante compreendermos como é abordado, não apenas o texto, mas como é abordado o livro de Apocalipse como um todo.

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A abordagem mais literal, consequentemente, verá o milênio, bem como a prisão de Satanás e o reinado terreno de cristo como literais, principalmente, porque Apocalipse 19, já narra a vitória sobre as bestas e o anticristo, restando ainda o último inimigo.

Uma abordagem, como a do amilenismo que considera o paralelismo progressivo [16] a melhor maneira de se abordar o livro, entende que a vitória de Apocalipse 19 não deve ser entendida como imediatamente antes do milênio, mas entende que enquanto apocalipse 19 encerra a sexta seção do paralelismo progressivo, por sua vez Apocalipse 20 inicia a sétima seção do paralelismo. Isso se assemelha a dizer que ambas as vitórias, em Apocalipse 19 e em Apocalipse 20 são a mesma. Conforme observa Hoekema:

Se, pois, alguém considerar Apocalipse 20 como mostrando o que cronologicamente se segue ao que foi descrito no Capítulo 19, esta pessoa realmente concluiria que o milênio de Apocalipse 20.1-6 virá após a volta de Cristo.

Entretanto… os capítulos 20 a 22 constituem a última das sete seções do livro do Apocalipse e, por essa razão, não descrevem o que se segue na volta de Cristo. Antes, Apocalipse 20.1 nos traz mais uma vez, de volta ao início da era do Novo Testamento. [17]

Portanto, como vimos, o amilenismo parece ser a posição mais coerente em relação ao milênio. Podemos somar vozes com a de Hoekema:

Este Reino milenar não é algo que deva ser aguardado no futuro; ele está acontecendo agora, e durará até que Cristo retorne. Por isso, o termo milenismo realizado é uma descrição apropriada da posição defendida aqui – se lembrarmos que o milênio em questão não é um reinado terreno, mas sim reinado celestial. [18]

Bibliografia

BERKHOF, Louis. Teologia Sistemática 3ª Ed Rev. São Paulo. Cultura Cristã. 2009.

HOEKEMA, Anthony A. A Bíblia e o futuro. São Paulo. Casa Ed. Presbiteriana, 1989.

CLOUSE, Robert G. [Et Al]. Milênio: Significado e interpretação. Campinas, Luz para o caminho. 1990.

HENDRIKSEN, William. Mais que vencedores. São Paulo. Cultura Cristã. 2001.

GRIER, William J. Os pais e o milênio. [Artigo] Disponível em http://www.amilenismo.com/2010/07/capitulo-iii-os-pais-e-o-milenio.html.

Grier, Willaim. J. O maior de todos os acontecimentos: análise do que ensinam as Escrituras acerca da segunda vinda de Cristo. São Paulo: Metodista, 1972.


[1]   Segundo William J. Grier, Charles Feinbeger também afirmava isso. Cf. GRIER, William J. Os pais e o milênio. [Artigo] Disponível em http://www.amilenismo.com/2010/07/capitulo-iii-os-pais-e-o-milenio.html.  Acessado em 05 de junho de 2018

 16 CLOUSE, Robert G. [Et Al]. Milênio: Significado e interpretação. Campinas, Luz para o caminho. 1990. Pp. 9

17   GRIER, William J. [Artigo] Loc. Cit.

[4]   Apud. GRIER, William J. [Artigo]. Loc. Cit.

[5]   GRIER, William. Op Cit.

[6]   CLOUSE, Robert G. [Et Al]. 1990. Pp. 5.

[7]   CLOUSE, Robert G. [Et Al]. 1990. Pp. 11.

[8]   HOEKEMA, Anthony A. A Bíblia e o futuro. São Paulo. Casa Ed. Presbiteriana, 1989. Pp. 197.

[9]   HOEKEMA, Anthony A. 1989. Pp .198

[10] BERKHOF, Louis. Teologia Sistemática 3ª Ed Rev. São Paulo. Cultura Cristã. 2009. Pp 656. Et. Seqs.

[11] CLOUSE, Robert G. [Et Al]. Milênio: Significado e interpretação. Campinas, Luz para o caminho. 1990. Pp. 95.

[12] HOEKEMA, Anthony A. 1989. Pp. 191

[13] BERKHOF, Louis. 2009. Pp. 661 Et. Seqs.

[14] HOEKEMA, Anthony A. 1989. Pp. 244.

[15] HOEKEMA, Anthony A. 1989. Pp. 242.

[16] Para uma melhor compreensão dessa abordagem de Apocalipse o leitor poderá ver:

HENDRIKSEN, William. Mais que vencedores. São Paulo. Cultura Cristã. 2001. Cap. 4

[17] HOEKEMA, Anthony A. A Bíblia e o futuro. São Paulo. Casa Ed. Presbiteriana, 1989. Pp.241

[18] HOEKEMA. Op. Cit.  Pp. 250


Leonardo Oliveira
Leonardo Oliveira

Leonardo William de Oliveira Gomes é Brasileiro, natural de Juiz de Fora - MG, Casado. Cursou o Instituto bíblico de teologia reformada, é bacharelando em teologia pelo seminário teológico presbiteriano Rev. José Manoel Da Conceição. Membro da Igreja Presbiteriano do Brasil desde 1997, atualmente faz estágio na Igreja Presbiteriana Betel -São Paulo; Pai do Matheus.

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