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	<title>Igreja Presbiteriana de Pinheiros</title>
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	<description>Igreja Missionária, Fiel a Deus e sua Palavra</description>
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	<itunes:author>Igreja Presbiteriana de Pinheiros</itunes:author>
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		<title>Somos uma Igreja enviada</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 18:11:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rev. Arival Dias Casimiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Palavra Pastoral]]></category>

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		<description><![CDATA[Sempre que Deus teve uma tarefa importante a cumprir, Ele mandou alguém para fazer isso. Toda missão requer um remetente, o enviado, aqueles a quem é enviado e uma atribuição. Jesus envia a igreja ao mundo para pregar a salvação a todas as pessoas e nações. Ele comissionou a sua igreja em cinco diferentes ocasiões, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre que Deus teve uma tarefa importante a cumprir, Ele mandou alguém para fazer isso. Toda missão requer um remetente, o enviado, aqueles a quem é enviado e uma atribuição. Jesus envia a igreja ao mundo para pregar a salvação a todas as pessoas e nações. Ele comissionou a sua igreja em cinco diferentes ocasiões, em cinco diferentes endereços, em cinco configurações geográficas e com cinco ênfases diferentes.</p>
<p><strong>Primeiro, o Evangelho de João.</strong><br />
Em ordem cronológica, Jesus comissionou a sua igreja, na noite do dia da sua ressurreição: “Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio” (João 20.21). Neste texto de João, Jesus dá o modelo da missão: o trabalho missionário da igreja é a continuidade da missão de Deus. Assim como o Pai enviou o Filho, o Filho enviou os filhos do Pai. A missão da igreja é a missão de Deus.</p>
<p><strong>Segundo, o Evangelho de Mateus.</strong><br />
“Jesus, aproximando-se, falou-lhes, dizendo: Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século” (Mateus 28.18-20). Neste texto, Jesus dá a estratégia da missão: sob a autoridade de Jesus, a igreja deve ir, discipular, batizar e ensinar pessoas de todas as nações da terra. Isso inclui evangelismo, discipulado e plantação de igrejas.</p>
<p><strong>Terceiro, o Evangelho de Marcos.</strong><br />
“E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura” (Marcos 16.15). Neste texto, Jesus dá a dimensão da missão: ir por todo mundo e pregar a toda criatura. Trata-se de uma missão mundial, que envolve toda a população da terra. O evangelho deve ser pregado às pessoas de todas as tribos, línguas e nações.</p>
<p><strong>Quarto, o Evangelho de Lucas.</strong><br />
“A seguir, Jesus lhes disse: São estas as palavras que eu vos falei, estando ainda convosco: importava se cumprisse tudo o que de mim está escrito na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos. Então, lhes abriu o entendimento para compreenderem as Escrituras; e lhes disse: Assim está escrito que o Cristo havia de padecer e ressuscitar dentre os mortos no terceiro dia e que em seu nome se pregasse arrependimento para remissão de pecados a todas as nações, começando de Jerusalém. Vós sois testemunhas destas coisas. Eis que envio sobre vós a promessa de meu Pai; permanecei, pois, na cidade, até que do alto sejais revestidos de poder” (Lucas 24.44-49). Neste texto de Lucas, Jesus dá a mensagem da missão: pregar o evangelho segundo a Bíblia, enfatizando que Jesus é o Messias Salvador que pode perdoar e salvar a todo pecador que se arrepender dos seus pecados. A mensagem revela o pecado do homem e apresenta a solução da graça de Deus para a salvação.</p>
<p><strong>Quinto, em Atos dos Apóstolos.</strong><br />
E no dia da sua ascensão, Jesus disse: “Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra” (Atos 1.8). Neste texto de Atos, Jesus revela a capacitação para realizar a missão: o poder do Espírito Santo. O trabalho humano com fins espirituais só será bem sucedido pelo poder divino e sobrenatural do Espírito. Sem o poder do Espírito nada realizaremos.</p>
<p>Estes cinco textos acima compõem a carta magna missionária da igreja até a Segunda Vinda de Jesus Cristo. Cabe-nos a humildade tarefa de cumpri-los.</p>
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		<title>Mãe, uma mestra do bem!</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 18:51:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rev. Hernandes Dias Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Palavra Pastoral]]></category>
		<category><![CDATA[mãe mestra Joquebede Ana Eunice]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje é o dia das mães e, queremos homenagear essas mestras do bem. Queremos falar do seu papel e do seu valor como educadoras, como rainha do lar, como a guarda das fontes. É claro que existem mães omissas, mães insensatas, mães sem amor natural, que induzem seus filhos ao erro. Nosso foco, entretanto, é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje é o dia das mães e, queremos homenagear essas mestras do bem. Queremos falar do seu papel e do seu valor como educadoras, como rainha do lar, como a guarda das fontes. É claro que existem mães omissas, mães insensatas, mães sem amor natural, que induzem seus filhos ao erro. Nosso foco, entretanto, é ressaltar o papel da mãe cristã, que é exemplo para os filhos, que ora por eles e os educa com firmeza e doçura, transmitindo-lhes as sagradas letras. Há muitas mães dignas de destaque na Bíblia e na história. Há muitas mães merecedoras dos nossos maiores encômios também em nosso meio, porém, destacarei três mães da Bíblia. Vamos aprender com elas.</p>
<p><strong>1. Joquebede, uma mãe que ousou lutar pela sobrevivência do seu filho.</strong></p>
<p>Moisés, filho de Joquebede, deveria ser passado ao fio da espada ou jogado aos crocodilos do rio Nilo, logo ao nascer. A perseguição aos israelitas recém-nascidos no Egito era sangrenta e a chance de escapar da tragédia era humanamente impossível. Joquebede, entrementes, não desistiu do seu filho. Ela montou um plano para salvar seu filho da morte. Ela transcendeu o comum. Deus honrou seu gesto e salvou seu filho das águas do Nilo. A providência divina fez o menino Moisés parar no palácio de Faraó e retornar aos braços de Joquebede para ser amamentado. Foi nesse tempo, da primeira infância de Moisés, que sua mãe deu tudo de si para transmitir ao seu infante as verdades que mais tarde governariam a sua vida. Foi o ensino aprendido com sua mãe que levou Moisés a rejeitar as glórias do Egito por causa do opróbrio de Cristo. Precisamos de mães que invistam tempo na vida espiritual de seus filhos. Mães que busquem a salvação de seus filhos mais do que seu sucesso. Mães que dêem o melhor do seu tempo para inculcar nos filhos as verdades eternas, verdades essas que os ajudarão a tomar as mais importantes decisões ao longo da vida.</p>
<p><strong>2. Ana, uma mãe que ousou consagrar o seu filho para Deus.</strong></p>
<p>Ana era estéril, porque o próprio Deus havia cerrado a sua madre. No seu tempo, esse era um problema doloroso, que trazia muitos estigmas. Ana teve ainda que enfrentar a zombaria da sua rival, a incredulidade do seu marido e a censura do seu sacerdote. Ela, contudo, não desistiu. Continuava orando e chorando diante de Deus, pedindo-lhe um filho. Houve um dia, porém, que ela resolveu fazer um voto a Deus. Prometeu-lhe que se Deus lhe desse um filho, o devolveria para o Senhor por todos os dias da sua vida. Deus ouviu o seu clamor e ela concebeu e deu à luz a Samuel, o maior juiz, o maior profeta e o maior sacerdote da sua geração. Precisamos de mães que ousem consagrar o melhor daquilo que Deus lhes tem dado ao Senhor. Mães que coloquem seus filhos no altar. Mães que consagrem seus filhos para Deus, para cumprirem os soberanos propósitos de Deus.</p>
<p><strong>3. Eunice, uma mãe que educa o filho pelo exemplo e pelo ensino.</strong></p>
<p>Eunice era mãe de Timóteo e filha de Loide. Cresceu bebendo o leite da piedade e transmitiu a seu filho as mesmas verdades aprendidas em seu lar. Nela habitava uma fé sem fingimento. Essa mesma fé, ela transmitiu para seu filho. Eunice era uma mulher comprometida com a Palavra de Deus. Ela ensinou a Timóteo as sagradas letras desde a sua infância. A palavra grega usada é brefos, que quer dizer “desde o ventre”. Essas sagradas letras tornaram Timóteo sábio para a salvação. Mais tarde, Timóteo tornou-se discípulo do apóstolo Paulo e constitui-se num dos maiores pastores da igreja cristã, aquele que haveria de dar continuidade ao ministério do grande apóstolo dos gentios. Você mãe, é desafiada a andar com Deus, a ensinar os seus filhos a Palavra de Deus e a prepará-los para serem vasos de honra nas mãos de Deus.</p>
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		<title>Encorajando as pessoas que sofrem</title>
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		<pubDate>Sat, 05 May 2012 21:29:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rev. Arival Dias Casimiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Palavra Pastoral]]></category>
		<category><![CDATA[sofrimento cristão sofre propósito de Deus]]></category>

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		<description><![CDATA[Por que o crente sofre? Pedro responde que o crente sofre para que a sua fé seja provada e o seu caráter aperfeiçoado. Ele usa o termo “provações”, em lugar de “tribulações” ou “perseguições”, pois trata dos problemas gerais que enfrentamos: “Nisso exultais, embora, no presente, por breve tempo, se necessário, sejais contristados por várias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por que o crente sofre? Pedro responde que o crente sofre para que a sua fé seja provada e o seu caráter aperfeiçoado. Ele usa o termo “provações”, em lugar de “tribulações” ou “perseguições”, pois trata dos problemas gerais que enfrentamos: “Nisso exultais, embora, no presente, por breve tempo, se necessário, sejais contristados por várias provações, para que, uma vez confirmado o valor da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro perecível, mesmo apurado por fogo, redunde em louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo, a quem, não havendo visto, amais; no qual, não vendo agora, mas crendo, exultais com alegria indizível e cheia de glória, obtendo o fim da vossa fé: a salvação da vossa alma” (1 Pedro 1.6-9). Cinco lições importantes:</p>
<p>• <strong>Primeira, as provações são variadas.</strong> A expressão várias provações significa “todo tipo de provações”. Provações com pessoas, com acontecimentos imprevistos, com doenças e com tentações espirituais. Várias são as lutas. Há um provérbio chinês que diz: &#8220;O diamante não pode ser polido sem fricção, nem o homem pode se aperfeiçoar sem o sofrimento&#8221;.</p>
<p><strong>• Segunda, as provações são passageiras.</strong> As provações são presentes e passageiras: no presente, por breve tempo. Elas fazem parte da vida cristã. Enquanto estivermos aqui seremos provados (At 14.22). “O cristão está entrando em provação, em meio à provação ou saindo da provação para entrar novamente”.</p>
<p><strong>• Terceira, as provações são necessárias.</strong> As provações são necessárias: se necessário. Deus é quem sabe e quem define quais as provações precisamos enfrentar (1Co 10.13). E elas são necessárias para o nosso aperfeiçoamento espiritual (Tg 1.2-4).</p>
<p><strong>• Quarta, as provações entristecem.</strong> As provações são dolorosas: sejais contristados. Isto significa que as provações causam dor aguda e profunda tristeza (Mt 26.37). Somente a viva esperança pode nos ajudar nos momentos difíceis, como por exemplo, a morte de uma pessoa querida (1Ts 4.13). As provações são dolorosas muitas vezes.</p>
<p><strong>•</strong><strong> Quinto, as provações são pedagógicas.</strong> Uma fé que não pode ser testada não é confiável. Deus usa as provações para moldar o nosso caráter cristão e nos preparar para a glória futura.</p>
<p>Pedro apresenta quatro objetivos de Deus com as provações: <strong>(1) Ele usa a provação para testar a autenticidade da nossa fé</strong> (v.7). Através do fogo da provação, a nossa fé se revela mais valiosa que o ouro. E esta fé testada e valiosa resulta em louvor e adoração a Deus – At 16.25. <strong>(2) Ele usa a provação para aumentar o nosso amor por Jesus</strong> (v.8). E o verdadeiro amor é derramado em nosso coração pelo Espírito Santo, principalmente quando estamos em tribulação (Rm 5.5). <strong>(3) Ele usa a provação para que confiemos mais em Cristo</strong> (v.8) O crente vive pela fé, que se fundamenta no invisível (2Co 5.7; ô 20.29). <strong>(4) Ele usa a provação para produzir alegria no nosso coração.</strong> A alegria inexprimível e gloriosa de Deus é uma dádiva que recebemos de Deus (Rm 15.13). E a razão desta alegria é que, já nesta vida, obtemos o objetivo da nossa fé: a nossa salvação por intermédio de Jesus Cristo (vv. 8-9).</p>
<p>Hoje, pela fé, já estamos salvos e nada nem ninguém poderá roubar a nossa alegria. É possível experimentar hoje a alegria da salvação de Deus.</p>
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		<title>Oferta missionária, Graça de Deus</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 22:10:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rev. Hernandes Dias Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Palavra Pastoral]]></category>
		<category><![CDATA[missões oferta contribuição missionária]]></category>

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		<description><![CDATA[A Bíblia diz que a contribuição não é um peso, mas uma graça e graça é um dom imerecido (2Co 8.1). A contribuição não é apenas algo que oferecemos a Deus, mas sobretudo, um favor que Deus concede a nós. Deus nos dá o privilégio de sermos parceiros no grande projeto de evangelizarmos o mundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">A Bíblia diz que a contribuição não é um peso, mas uma graça e graça é um dom imerecido (2Co 8.1). A contribuição não é apenas algo que oferecemos a Deus, mas sobretudo, um favor que Deus concede a nós. Deus nos dá o privilégio de sermos parceiros no grande projeto de evangelizarmos o mundo e assistirmos os santos. A contribuição é uma semeadura e o dinheiro é uma semente. A semente que se multiplica é a que semeamos e não a que comemos. Quando semeamos com fartura, colhemos com abundância (2Co 9.6). Quando semeamos coisas materiais, recebemos bênçãos espirituais na mesma medida que aqueles que semeiam as coisas espirituais, recolhem bens materiais (1Co 9.11).</span></span></p>
<p><strong><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">COMO DEVEMOS CONTRIBUIR PARA A OBRA MISSIONÁRIA?</span></span></strong></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;"> <strong>Em primeiro lugar, devemos contribuir com alegria (2Co 9.7).</strong> A contribuição deve ser um momento de grande alegria. Dar com tristeza para a obra de Deus não tem sentido, pois antes de Deus aceitar a oferta, Ele precisa aceitar o ofertante. O Senhor Jesus diz que mais bem-aventurado é dar do que receber (At 20.35). </span></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;"><strong>Em segundo lugar, devemos contribuir com proporcionalidade (1Co 16.2).</strong> A proporção é o melhor sistema da contribuição. Não deve existir sobrecarga para aquele que tem pouco nem insensibilidade por aquele que tem em abundância. O apóstolo Paulo coloca esse princípio da seguinte maneira: “Porque, se há boa vontade, será aceita conforme o que o homem tem e não segundo o que ele não tem. Porque não é para que os outros tenham alívio, e vós, sobrecarga; mas para que haja igualdade, suprindo a vossa abundância, no presente, a falta daqueles, de modo que a abundância aqueles venha suprir a vossa falta, e, assim, haja igualdade, como está escrito: o que muito colheu não teve demais; e o que colheu pouco não teve falta.” </span></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;"><strong>Em terceiro lugar, devemos contribuir com regularidade (1Co 16.2).</strong> A contribuição deve ser regular, metódica e sistemática. Assim como as necessidades dos missionários são constantes, as ofertas precisam também ser constantes. As ofertas missionárias não devem ser esporádicas e espasmódicas, pois as necessidades são diárias. Não podemos reter em nossas mãos os recursos que devem promover o avanço do reino de Deus e o sustento dos obreiros do reino. A obra missionária é uma tarefa de toda a igreja. Aqueles que vão não devem receber nem menos nem mais do que aqueles que ficam guardando a bagagem (1Sm 30.24).</span></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;"><strong>Em quarto lugar, devemos contribuir com sacrifício (2Co 8.3-5).</strong> Não contribuímos apenas com as sobras, mas, sobretudo, com o que nos é essencial. Devemos dar não apenas da nossa riqueza, mas também da nossa pobreza, sabendo que Deus é quem multiplica a nossa sementeira para continuarmos investindo na sua obra (2Co 9.10). Os crentes macedônios nos dão o exemplo: “Porque eles, testemunho eu, na medida de suas posses e mesmo acima delas, se mostraram voluntários, pedindo-nos, com muitos rogos, a graça de participarem da assistência aos santos. E não somente fizeram como nós esperávamos, mas também se deram a si mesmos primeiro ao Senhor, depois a nós, pela vontade de Deus” (2Co 8.3-5).</span></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;"><strong>Em quinto lugar, devemos contribuir com senso de adoração (Fp 4.18).</strong> A oferta missionária é como aroma suave e como sacrifício aceitável e aprazível a Deus. Na mesma medida que assistimos as necessidades dos santos, tributamos culto de adoração a Deus com nossas ofertas. A contribuição cristã não é apenas algo financeiro. Ela desencadeia reflexos no céu e na terra; ela toca o coração de Deus e o coração dos homens.</span></span></p>
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		<title>Caravana da IPP rumo à Terra Santa</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 19:17:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniela Xavier</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mais uma vez, nossa comunidade se anima para uma grande caravana para conhecermos mais Jersusalém e os Cenários Bíblicos de perto!   Desta vez, com uma breve passada por Paris, o Rev. Arival Dias Casimiro estará liderando e ensinando sobre a cidade santa e seus arredores detalhes especiais dos Evangelhos. No passeio estão inclusos a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais uma vez, nossa comunidade se anima para uma grande caravana para conhecermos mais Jersusalém e os Cenários Bíblicos de perto!   Desta vez, com uma breve passada por Paris, o Rev. Arival Dias Casimiro estará liderando e ensinando sobre a cidade santa e seus arredores detalhes especiais dos Evangelhos.</p>
<p>No passeio estão inclusos a hospedagem, passagem e alimentação. Serão 11 dias por Cafarnaum, Jericó, Mar da Galileia, Rio Jordão, dentre outros.</p>
<p>Você não pode ficar fora desta oportunidade incrível!</p>
<p>A Caravana é uma iniciativa da mais séria empresa de viagens bíblicas do Brasil, com quase 40 anos de experiência, a <a title="Viagens Bíblicas" href="http://www.viagensbiblicas.com.br/" target="_blank">Viagens Bíblicas</a>.</p>
<p>Acesse o site da Caravana IPP e saiba mais: <a title="Viagens Bíblicas - Caravana IPP " href="http://www.viagensbiblicas.com.br/ipp" target="_blank">http://www.viagensbiblicas.com.br/ipp</a></p>
<p><em>&#8220;Orai pela paz de Jerusalém; prosperarão aqueles que te amam&#8221;</em>. Salmo 122:6</p>
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		<title>2º Congresso da Junta Missionária de Pinheiros</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 18:38:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rev. Arival Dias Casimiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[missões plantação igrejas revitalização igrejas missão]]></category>

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		<description><![CDATA[Prezado irmão, É com muita alegria que o convido a participar do nosso II Congresso de Missões. O tema deste ano é Plantação e Revitalização de Igrejas. Evangelizar pessoas e plantar igrejas são o foco da nossa missão. Há muitas igrejas, porém, que perderam esse foco e estão estagnadas e declinando. Comunidades locais que pararam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado irmão,</p>
<p>É com muita alegria que o convido a participar do nosso II Congresso de Missões. O tema deste ano é Plantação e Revitalização de Igrejas.</p>
<p>Evangelizar pessoas e plantar igrejas são o foco da nossa missão. Há muitas igrejas, porém, que perderam esse foco e estão estagnadas e declinando. Comunidades locais que pararam de crescer e precisam ser revitalizadas. Muitas vezes é mais fácil plantar uma nova igreja do que revitalizar uma que está morrendo. Alguém já disse: “É mais fácil o nascimento de um bebê do que a ressurreição de um morto”.</p>
<p>Cremos, que mesmo sendo difícil, devemos trabalhar pela revitalização de igrejas sem abrirmos mão de plantar novas igrejas.</p>
<p>O objetivo desse congresso é motivar os participantes a utilizar princípios e estratégias bíblicas para plantação e revitalização de igrejas. Ofereceremos reflexão bíblica aliada à experiência pastoral. Aguardamos a sua presença e pedimos as suas orações.</p>
<p>Um abraço fraterno.</p>
<p><strong>Rev. Arival Dias Casimiro</strong><br />
Pastor da Igreja Presbiteriana de Pinheiros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Saiba mais e faça sua inscrição, acessando o site:</strong> <a title="2º Congresso da JMP" href="http://www.z3ideias.com.br/congressoipp/preletores.html" target="_blank">http://www.z3ideias.com.br/congressoipp/preletores.html</a></p>
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		<title>A Justificação pela Fé</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 18:30:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Comunicação IPPinheiros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Palavra Pastoral]]></category>
		<category><![CDATA[justificação fé justiça]]></category>

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		<description><![CDATA[A Justificação pela Fé é a principal doutrina do cristianismo. Martinho Lutero disse: “Esta doutrina é a cabeça e a pedra fundamental. Por si só, ela gera, alimenta, edifica, preserva e defende a igreja de Deus. E sem ela, a igreja de Deus não poderia existir nem por uma única hora”. Martin Lloyd-Jones afirmou que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Justificação pela Fé é a principal doutrina do cristianismo. Martinho Lutero disse: “Esta doutrina é a cabeça e a pedra fundamental. Por si só, ela gera, alimenta, edifica, preserva e defende a igreja de Deus. E sem ela, a igreja de Deus não poderia existir nem por uma única hora”. Martin Lloyd-Jones afirmou que a justificação pela fé “é a grande doutrina central de todo protestantismo, e vocês descobrirão que em cada avivamento ela sempre vem na vanguarda”. A igreja cai ou permanece de pé por causa desta doutrina. Ela é a espinha dorsal de todas as doutrinas bíblicas. John Piper diz: “Pregar e viver a justificação pela fé glorifica a Cristo, resgata pecadores desesperados, encoraja santos imperfeitos e fortalece igrejas frágeis”.</p>
<p>A justificação é um ato jurídico ou uma sentença divina na qual Ele declara perdoado todo pecador que crer em Jesus. Louis Berkhof define: “A justificação é um ato judicial de Deus no qual Ele declara, baseado na justiça de Jesus Cristo, que todas as exigências da lei estão satisfeitas com respeito ao pecador”. A justificação é o contrário de condenação. Ela é um ato único e legal que remove a culpa do pecado e restaura o pecador à sua condição de filho de Deus, com todos os seus direitos, privilégios e deveres. A justificação não ocorre na vida do pecador, não produz mudanças no seu caráter, mas no Tribunal de Deus. Justificação é uma declaração e santificação é transformação. Mas, é a partir da justificação que o Espírito Santo inicia no pecador todo o processo de santificação até a sua glorificação. A justificação possui cinco características básicas, segundo o ensino de Paulo em Romanos 3.21-31.</p>
<p><strong>Primeira, a justificação se origina em Deus.</strong></p>
<p>A justificação pela fé é a manifestação da justiça de Deus sobre os pecadores. Ele é quem toma a iniciativa de perdoar o homem de todos os seus pecados, declarando-lhe que não existe mais nenhuma condenação contra ele. Ele é o autor da justificação, a qual não pode ser obtida pela obediência humana à lei de Deus (Gl 2.16,21). Ele é o Juiz Supremo que declara a absolvição do pecador.</p>
<p><strong>Segunda, a justificação é pela fé.</strong></p>
<p>A justiça de Deus é recebida mediante a fé (Rm 3.22). A justificação não acontece por causa da fé, mas, por meio ou através da fé. A fé não tem nenhum merecimento, mas é o instrumento ou a mão que recebe o presente. Esta fé não existe naturalmente no coração humano, mas é um presente de Deus. Por isso, toda pessoa para ser justificada precisa receber de Deus a fé: “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus” (Ef 2.8).</p>
<p><strong>Terceira, a justificação é uma necessidade.</strong></p>
<p>Todos os homens são pecadores e necessitam do perdão de Deus. A justiça de Deus é para todos e sobre todos, judeus e gentios, porque todos erraram o alvo, deixando de ser conforme o propósito de Deus. Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus (Rm 3.23).</p>
<p><strong>Quarta, a justificação é gratuita.</strong></p>
<p>A justificação é um presente que Deus concede ao homem. Paulo diz: sendo justificados gratuitamente, por Sua graça (Rm 3.24). A palavra gratuitamente significa “como um presente”, “sem pagamento”; e a palavra graça significa “por um favor imerecido”. Ela não pode ser comprada por obras humanas ou conquistada por méritos pessoais. Ela é exclusivamente pela graça.<br />
Quinta, a justificação se baseia em Jesus Cristo.</p>
<p>A salvação é gratuita para o pecador, mas ela teve um alto custo para Deus. Para nós a salvação é grátis, mas para Deus custou à vida de Seu Filho. Sabendo que não foi mediante coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados do vosso fútil procedimento que vossos pais vos legaram, mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo (1Pe 1.18-19). É por meio do sacrifício de Jesus, que Deus toma a culpa do pecador e a atribui a Jesus Cristo. E a justiça que há em Jesus Cristo é imputada ao pecador. Jesus pagou a pena em nosso lugar, e por isso nenhuma condenação há para aquele que nEle confia. Creia agora mesmo em Jesus e receba a sua justificação.</p>
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		<title>O Novo Mandamento do Amor</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Apr 2012 18:54:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rev. Arival Dias Casimiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Palavra Pastoral]]></category>
		<category><![CDATA[novo mandamento amor ameis uns aos outros]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros. Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros&#8221; (João 13.34-35). A igreja é uma família. E a única maneira de manter a família unida é praticando o amor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>&#8220;Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros. Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros&#8221; </em>(João 13.34-35).</p>
<p>A igreja é uma família. E a única maneira de manter a família unida é praticando o amor uns pelos outros. Quem dá amor, recebe amor. Eis o mandamento que Jesus deu aos seus discípulos. Se você é um discípulo Dele, você deve obedecê-lo.</p>
<p><strong>Primeiro, um novo mandamento.</strong><br />
O mandamento do amor não é novo em termos de tempo. Deus já havia ordenado o amor desde a lei do Antigo Testamento (Dt 6.5; 11.1; Lv 19.18). A ordem de amar uns aos outros é repetida pelo menos doze vezes no Novo Testamento (Jo 13.34; 15.9, 12, 17; Rm 13.8; 1Ts 4.9; 1Pe 1.22; 1Jo 3.11,23; 4.7, 11-12; 2Jo 5).  O mandamento do amor é novo ou inédito de cinco maneiras: (1) Ele é novo em sua proeminência, isto é, é o maior de todos os mandamentos (1Co 13.1-3). (2) Ele é novo no seu referencial. Jesus é o nosso referencial de amor (1Jo 3.16). (3) Ele é novo em sua maneira de expressá-lo. O amor deve ser expresso não por palavras, mas por ações concretas a favor dos nossos irmãos (1Jo 4.18). (4) Ele é novo em sua exclusividade. Somente quem é nascido de Deus pode amar (1Jo 4.7). (5) Ele é novo em sua capacitação. Só podemos amar se Deus nos capacitar por intermédio do Espírito Santo (Rm 5.5).</p>
<p><strong>Segundo, amar é um mandamento.</strong><br />
Amar não é uma opção, mas uma ordem: novo mandamento vos dou.  Não se trata de querer ou de sentir vontade de amar, mas um ato de obediência. Eu amo meu irmão, porque Deus ordena que eu o ame. Peça força ao Espírito Santo que Ele o ajudará a amar o irmão que você não gosta.</p>
<p><strong>Terceiro, amar é um mandamento coletivo e recíproco.</strong><br />
Jesus dá um novo mandamento a todos os Seus discípulos: que vos ameis uns aos outros. Todos devem amar de uma maneira recíproca.  Este é um mandamento que inclui a todos e é exigido de todos os filhos de Deus (Mt 23.31). Se você quer amor, você precisa dar amor.</p>
<p><strong>Quarto, amar é um mandamento que segue um modelo.</strong><br />
Jesus é o nosso referencial de amor: assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros. Devemos amar como Jesus nos ama. Amor incondicional, ilimitado e sacrificial. O amor de Jesus é inigualável, insuperável e incomparável (Jo 15.12-13).</p>
<p><strong>Quinto, amar é um mandamento que revela identidade.</strong><br />
Jesus afirma que o amor revelará a nossa identidade: Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros. Seremos reconhecidos como discípulos de Jesus se amarmos nossos irmãos. O amor é o cartão de visita ou a carteira de identidade do filho de Deus (1Jo 4.8). Após dá o mandamento do amor aos seus discípulos, Jesus avisa a Pedro que o mesmo o negaria (Jo 13.36-38). O amor que temos para com Jesus é imperfeito, mas Ele jamais deixará de nos amar.</p>
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		<title>O túmulo vazio de Cristo, o berço da Igreja</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Apr 2012 22:06:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rev. Hernandes Dias Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Palavra Pastoral]]></category>
		<category><![CDATA[tumulo vazio pascoa]]></category>

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		<description><![CDATA[A ressurreição de Cristo é o seu grito de triunfo sobre a morte. É a prova cabal de que sua morte foi eficaz, de que seu sacrifício vicário foi perfeito e de que a porta da esperança está aberta para nós. Não adoramos o Cristo preso na cruz nem o Cristo vencido pela morte. Jesus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A ressurreição de Cristo é o seu grito de triunfo sobre a morte. É a prova cabal de que sua morte foi eficaz, de que seu sacrifício vicário foi perfeito e de que a porta da esperança está aberta para nós. Não adoramos o Cristo preso na cruz nem o Cristo vencido pela morte. Jesus ressuscitou. Ele está à destra de Deus, de onde voltará com grande poder e glória. Vamos abordar essa magna doutrina da ressurreição sob três perspectivas:</p>
<p>1. A ressurreição de Cristo é um fato inegável (1Co 15.1-8) &#8211; Cristo morreu, foi sepultado e ressuscitou segundo as Escrituras. Sua morte e ressurreição não foram um acidente, mas uma agenda. Ele não morreu como um mártir, o Pai o entregou e ele voluntariamente se deu. Sua morte foi pública e sua ressurreição confirmada por várias testemunhas. Nossa fé não está fundamentada num mito. O alicerce da nossa esperança não está numa lenda. Os céticos tentam desesperadamente negar essa verdade incontroversa. Alguns dizem que Jesus não chegou a morrer, mas apenas teve um desmaio na cruz. Outros dizem que os discípulos roubaram o corpo de Cristo. Ainda outros dizem que as mulheres foram ao túmulo errado e divulgaram a notícia de que sua sepultura estava aberta. As trevas do engano, entretanto, não podem prevalecer contra a luz da verdade. Jesus está vivo. A realidade de sua ressurreição mudou a vida daqueles discípulos pusilânimes. Dominados pela convicção da vitória de Cristo sobre a morte, eles tornaram-se homens ousados e enfrentaram com galhardia os açoites, as prisões e o martírio.</p>
<p>2. A ressurreição de Cristo é um fato indispensável (1Co 15.12-20a) – O apóstolo coloca o machado da verdade na raiz do falso pensamento grego acerca da ressurreição. Pelo fato de eles considerarem a matéria má e o corpo como cárcere da alma, não aceitavam a ressurreição do corpo. Paulo argumenta que se não há ressurreição do corpo, então Cristo não ressuscitou, e se Cristo não ressuscitou é vã nossa pregação e a nossa fé. Se Cristo não ressuscitou somos falsas testemunhas de Deus. Se Cristo não ressuscitou ainda permanecemos nos nossos pecados. Se Cristo não ressuscitou os que dormiram em Cristo pereceram. Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens. Mas, de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos. A ressurreição de Cristo é a pedra de esquina que mantém o edifício do cristianismo de pé. O túmulo vazio de Cristo é o berço da igreja. Porque Cristo ressuscitou, a morte não tem a última palavra. Porque Cristo ressuscitou o túmulo gelado não é nosso destino. Caminhamos não para um ocaso lúgubre, mas para uma manhã radiosa de imortalidade e gozo eterno.</p>
<p>3. A ressurreição de Cristo é um fato incomparável (1Co 15.20b-28) &#8211; Cristo levantou-se da morte como primícias dos que dormem. Ele abriu o caminho e após ele seguiremos. Como morremos em Adão, seremos vivificados em Cristo. Quando ele vier em sua majestade e glória, os mortos ouvirão dos túmulos a sua voz e sairão, uns para a ressurreição da vida e outros para a ressurreição do juízo. Ao vencer a morte, ele tirou o aguilhão da morte e matou a morte com sua morte, triunfando sobre ela na ressurreição. Sua ressurreição é a garantia da nossa ressurreição. À semelhança dele teremos, também, um corpo de glória. Nosso corpo será imortal, incorruptível, poderoso, glorioso, espiritual e celestial. Vamos brilhar como as estrelas no firmamento e como o sol no seu fulgor. Caminhamos, portanto, não para um horizonte pardacento, mas para um céu de glória, onde estaremos com Cristo eternamente e com ele reinaremos para sempre!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Cuidado com os comerciantes da fé</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Apr 2012 10:49:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rev. Arival Dias Casimiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[comercio evangelico]]></category>
		<category><![CDATA[mercadores da fé]]></category>

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		<description><![CDATA[Theodore Levitt, diz que o marketing pode ser definido como: &#8220;O processo de conquistar e manter clientes&#8221;. Ele é ferramenta importante para os setores da indústria, comércio e serviços. Hoje o marketing é também muito usado na área social e de preservação ecológica. Infelizmente, com a perversão do evangelho, algumas falsas igrejas têm usado o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Theodore Levitt, diz que o marketing pode ser definido como: &#8220;O processo de conquistar e manter clientes&#8221;. Ele é ferramenta importante para os setores da indústria, comércio e serviços. Hoje o marketing é também muito usado na área social e de preservação ecológica. Infelizmente, com a perversão do evangelho, algumas falsas igrejas têm usado o marketing como ferramenta para conquistar e manter clientes. Nesta perspectiva, a igreja é um negócio, o evangelho é um produto e as pessoas são clientes em potencial. Faz-se uma pesquisa de mercado, identificam-se necessidades e as igrejas oferecem os produtos para satisfazer estas necessidades em troca de dinheiro. Religião, portanto, transformou-se em um grande negócio: “Pequenas igrejas, grandes negócios”.</p>
<p>A comercialização do evangelho é condenada pela Bíblia. O apostolo Paulo pode ser considerado um homem de marketing. Ao analisar o mercado religioso da sua época, concluiu: Porque tanto os judeus pedem sinais, como os gregos buscam sabedoria (1Co 1.22). Ele identificou necessidades. O povo quer sinais e sabedoria. O mercado judeu pede milagres, curas, sinais e prodígios. O povo quer espetáculo! O mercado grego pede filosofia, ciência, teoria e conhecimento. O povo quer sabedoria. Paulo, porém, diz que o que ele prega é a cruz de Cristo ou a Cristo crucificado, escândalo para os judeus e loucura para os gentios (1Co 1.23). A mensagem do evangelho é contrária às expectativas do mercado. Ele estava consciente de algumas verdades teológicas sobre o evangelho:</p>
<p>Primeira, a pregação do evangelho de Deus não é uma negociação comercial entre quem prega e quem ouve. O pregador é alguém que obedece a Deus numa missão. Ele não tem autonomia para mudar a mensagem, mas apenas o dever de proclamar o evangelho. Se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois sobre mim pesa essa obrigação; porque ai de mim se não pregar o evangelho (1Co 9.16).Segunda, o evangelho não é um produto e por isso não deve ser negociado. Porque nós não estamos, como tantos outros, mercadejando a Palavra de Deus; antes, em Cristo é que falamos na presença de Deus, com sinceridade e da parte do próprio Deus (2Co 2.17). É muito triste assistir pessoas vendendo benefícios espirituais em nome de Deus. Terceira, as pessoas não devem ser vistas como um segmento de mercado, mas como ovelhas aflitas que não tem pastor. Jesus quando olhou para as pessoas da Sua época as viu como ovelhas aflitas e não como possibilidade de mercado: Vendo Ele as multidões, compadeceu-se delas, porque estavam aflitas e exaustas como ovelhas que não tem pastor (Mt 9.36). Não devemos tirar proveito financeiro das pessoas que estão aflitas e necessitadas, dispostas a darem tudo, para terem um alívio imediato. Quarta, Deus julgará e punirá com rigor aqueles que transformam a casa de Deus em casa de negócio. Eles agem usando falsamente o nome de Jesus, movidos por avareza e pela ganância de ganhar dinheiro. Os mercenários espirituais não herdarão o reino dos céus. Disse Jesus: Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em Teu nome, e em Teu nome não expelimos demônios, e em Teu nome não fizemos muitos milagres? Então, lhes direi explicitamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniquidade (Mt 7.22-23).</p>
<p>Cuidado com o falso evangelho. Fuja dos comerciantes da fé. Eles são inescrupulosos e exploradores de pessoas frágeis e vulneráveis. Lembre-se do evangelho da cruz, que possui quatro características fundamentais: ele prevalece sobre a sabedoria e a inteligência dos homens, ele é poderoso para salvar o homem que é chamado por Deus, ele é revelado por Deus para as pessoas humildes e ele promove o Nome e a Glória de Deus.</p>
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