Palavra Pastoral

DEUS É AMOR

DEUS É AMOR

Rev. Arival Dias Casimiro

«Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor» (1João 4.8).
Num mundo de tanto ódio e aflições, ouvimos uma mensagem do céu: Deus é amor! Esta é uma das mais importantes e consoladoras revelações da Bíblia acerca da natureza de Deus. Este é o primeiro conceito de Deus que aprendemos na infância, por meio do famoso cântico Três palavrinhas só: Deus é amor.
Deus é amor (ágape), isto é, amor é a essência do ser divino. Logo, tudo que Deus é, pensa e faz origina-se do seu amor. A criação de Deus está cheia do seu amor. E o amor de Deus é descrito na Bíblia como constrangedor (Os 11.4), eterno (Jr 31.3), grande (Ef 2.4), infalível (Is 49.15-16), inseparável (Rm 8.39), permanente (Sf 3.17) e soberano (Dt 7.7-8). O amor de Cristo é imutável (Jo 13.1), indissolúvel (Rm 8.35) e constrangedor (2Co 5.14). O amor só existe, porque Deus existe. Ele é a fonte do amor e a expressão máxima de sua existência. Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor (1João 4.8).
João apresenta dois aspectos do amor de Deus:

1. A revelação do amor de Deus.
Nisto se manifestou o amor de Deus em nós: em haver Deus enviado o seu Filho unigênito ao mundo, para vivermos por meio dele (1Jo 4.9). Três lições neste verso: (1) A natureza da revelação do amor. Nisto se manifestou o amor de Deus em nós. Deus manifesta (efanerote) ou torna conhecido o seu amor. “Manifestar significa tornar plenamente conhecida, com detalhes, mediante revelação clara, alguma coisa que estava oculta”. O amor de Deus é eterno e já existia antes que tudo fosse criado. (2) O conteúdo da revelação do amor. A manifestação ou a revelação do amor de Deus foi a encarnação de Jesus. Quando Jesus tornou-se uma pessoa, nascendo em Belém, o amor de Deus tornou-se visível e tangível. Ninguém jamais viu a Deus: o Deus unigênito, que está no seio do seu Pai é quem o revelou (Jo 1.18). Foi por meio de Jesus que Deus mostrou o seu amor por nós. (3) O objetivo da revelação do amor: para nos dar vida ou para vivermos por meio dele. A vida eterna ou a vida de Deus está em Jesus e todo aquele que crê em Jesus recebe essa vida, pela fé. Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito para que todo o que crê não pereça, mas tenha a vida eterna (Jo 3.16).

2. A consciência do amor de Deus.
«Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou o seu Filho como propiciação pelos nossos pecados» (1Jo 4.10). Duas características do amor de Deus: (1) O amor de Deus é incondicional. A melhor tradução do grego de “nisto consiste o amor” é “nisto é o amor”. O amor de Deus é incondicional, não causado ou espontâneo. Deus nos amou livremente, simplesmente porque Ele nos quis amar. Não existe no homem motivo ou virtude alguma para ele ser amado por Deus. Trata-se de um amor eletivo (Dt 7.7-8; Jo 15.16; Ef 1.5). (2) O amor de Deus é sacrificial: e enviou o seu Filho como propiciação pelos nossos pecados. Deus enviou o seu Filho para morrer sacrificialmente por nós. Jesus cobriu nossos pecados e nos libertou da culpa.

Ele nos ama e deseja nossa salvação. A prova do seu amor é que Jesus veio. Morreu pelos nossos pecados e garantiu a nossa salvação. Creia em Jesus e serás salvo.

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