Palavra Pastoral

MORDOMOS FIÉIS

MORDOMOS FIÉIS

Rev. Nisan Baía

“Porém o Rei disse à Araúna: mas eu to comprarei pelo devido preço, porque não oferecerei ao Senhor, meu Deus, holocaustos que não me custem nada.” (2Sm 24. 24)
Nossa contribuição à causa deve ser fruto do nosso trabalho e ela tem mais valor quando feita com amor e confiança. Vejamos alguns textos bíblicos:

1. Em Marcos 12.41-44 (relato da viúva que ofertara), aprendemos que Jesus observa como estamos ofertando. Ele aprova ou reprova. Os números pouco representam se for a sobra, o que não mais desejamos. O Senhor requer as primícias.

2. Em 2Coríntios 9.5,7,10, vemos que o ato de ofertar é voluntário e traz alegria. A Igreja não tem mais necessidade do nosso dinheiro do que nós temos de trazer nossa contribuição para a Igreja. Os frutos de justiça se multiplicam na vida do ofertante.

3. Em Gênesis 14.18-20, entendemos que o dízimo é parte da relação direta entre o fiel e seu Deus. É anterior à Lei. Hebreus, no capítulo 7 nos apresenta o sacerdócio de Melquisedeque, que recebeu os dízimos de Abraão.

4. Em Malaquias 3.10, Deus ordenou trazer todos os dízimos à Casa do Tesouro, para que houvesse mantimento, primeiro na Igreja, para não se pedir nada fora do rebanho. O dízimo faz parte do culto que oferecemos a Deus na companhia dos irmãos.

5. E, por último, em Lucas 11.42, aprendemos que o Senhor Jesus foi favorável a entrega dos dízimos quando feito com amor e compreensão. Jesus censura os que não sabem dar o dízimo (Mateus 23.23).
“O dízimo pode ser uma grande bênção quando bem aceito, uma maldição sem o amor de Cristo!” (B. Ribeiro). Está faltando alguma coisa em sua vida? Comece e continue a ser um Mordomo Fiel. E verá, outra vez, a diferença que faz.

Conclusão: Por que ofertar? A Igreja se mantém, economicamente, com seus próprios recursos. Recebe dízimos e ofertas que, voluntariamente, os membros, e alguns congregados, trazem como forma de culto a Deus, para que a Igreja supra todas as suas necessidades materiais, que vão desde o sustento pastoral, aprovado pela própria Congregação, através do seu Conselho, aos salários e encargos dos funcionários, Missões, Presbitério, dízimo à Igreja Nacional (IPB), ajuda de custo aos serviços prestados, gastos com serviços públicos (água, luz, telefone etc), manutenção do patrimônio, construção e reformas, equipamentos elétricos e eletrônicos, causas gerais e muitos outros gastos financeiros que dependem exclusivamente da participação efetiva de cada membro do rebanho.
Compartilhe com outros o compromisso e o privilégio de poder contribuir financeiramente com sua Igreja em seu plano de trabalho.

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